Eu vivo a verdade. Vivo o que todos abominam
Respiro o temor dos fracos, me agrado com um sorriso de criança
Cuspo nos hipócritas e manipuladores, aproveitadores de sonhos alheios
Mostro aos sonhadores o caminho da verdade, o mais simples e esquecido
Me alimento do maná do céu, o pão da verdade e da verdade do pão
Me orgulho de ser menosprezado pelos dominadores deste mundo mentiroso
Mas vivo das pequenas migalhas que caem dos momentos de lucidez dos alienados
Digo a verdade, sem crueldade e sem maldade, verdade do amor e o amor da verdade
Luto contra todos e a favor de todos, quero revolucionar o pensamento
Quero a verdade da vida, das coisas e das pessoas
Para que de uma vida inteira, aproveite, um grão, uma folha, um sorriso, momento
Pequenas doses de verdade desabam uma vida inteira de ilusões e sofrimento
Basta um toque na base do castelo mentiroso para que ele venha ao chão
Mas a verdade, pequena casinha, simples e escondida, resiste ao impérios, ao tempo e aos lamentos
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