Flor que desabrocha num instante... impulsiva
Paixão escarlate que arde como chama nova... vibrante
Fogo ofuscante das noites de suor, sorriso e lágrimas... lasciva
Tédio divertido da rotina variada... amante
O amor que fortalece, no seu auge revela a fraqueza
Guerreira forte e apaixonada, coração exposto ao prazer e à dor
Alegria infinita que sempre traz sua meia irmã, tristeza
Contrariedade rotineira, que só vive quem se entrega ao amor
O sangue que escorre corria pelo rosto rubro do fulgor
A dor que sente é no mesmo peito ardente dos lençóis entrelaçados
Paixão de outrora, tristeza presente... é o que se sente, quando se tem amor
Amor que escorre, com seu sangue, dos corações despedaçados
Só ama quem se entrega, capaz de se abrir e envolver seu par
Coragem de amar e viver a vida plena, restrita ao coração
Dom divino, destemor da ruptura, ergue a morada da paixão
Morreria cem mil vezes, se em cada vida que tiver pudesse, viver, sofrer e amar
quarta-feira, 24 de agosto de 2011
Quinze dias sob o sol
Beijei o sol, senti seu cheiro e vivi sua essência,
Adormeci no seu calor e bebi de sua fonte,
Me aninhei em suas entranhas e deitei-me em seu colo,
Me ofusquei em seu brilho e me acalmei no seu fulgor.
O tempo parou quando vi sua face,
Não lembro se era dia ou se era noite,
Perdi-me na claridade da sua autenticidade,
Embriagado da pureza da sua verdade.
Vivi uma parte de sua existência, só pra tê-la marcada em mim eternamente,
Senti seu coração batendo em pulso maior, irradiando vida ao seu redor,
Vivi, na amplitude, o que o tempo me pôde proporcionar em sua presença,
Guardo e mim sua lembrança ardente e presente dos meus dias.
Brilha Astro-Rainha aonde for com seu encanto,
Libera sua vida em forma de luz alimentando um mundo inteiro,
Dá a vida aos vales secos do caminho,
Lembra-te de mim, num relance, e me beija, à distância, com teus raios de amor.
Adormeci no seu calor e bebi de sua fonte,
Me aninhei em suas entranhas e deitei-me em seu colo,
Me ofusquei em seu brilho e me acalmei no seu fulgor.
O tempo parou quando vi sua face,
Não lembro se era dia ou se era noite,
Perdi-me na claridade da sua autenticidade,
Embriagado da pureza da sua verdade.
Vivi uma parte de sua existência, só pra tê-la marcada em mim eternamente,
Senti seu coração batendo em pulso maior, irradiando vida ao seu redor,
Vivi, na amplitude, o que o tempo me pôde proporcionar em sua presença,
Guardo e mim sua lembrança ardente e presente dos meus dias.
Brilha Astro-Rainha aonde for com seu encanto,
Libera sua vida em forma de luz alimentando um mundo inteiro,
Dá a vida aos vales secos do caminho,
Lembra-te de mim, num relance, e me beija, à distância, com teus raios de amor.
Jéssica
Menina sapeca, esperta, arrogante e cheia de si
Nasceu assim, ninguém criou, veio pronta, entregue numa posta de outro mundo
Caiu, machucou, morreu e se refez dez vezes.. e ainda é só o começo
Fênix moderna, desafiante da vida, transgressora das regras tolas.
Conceitos insuficientes para tal jóia escondida no meio de muitos
Natasha de Dinho, Monica de Renato, Lígia de Tom
Todas elas em uma só e falta espaços não encontrados para descrevê-la
Impossível conter tal criatura em um simples rótulo..
Só se sabe que nunca será a Amélia do Mário
Hoje, mulher resultado da soma de todas as musas
A vida pela frente e quase todo mundo para trás
A mente jovem cansada da mesmice, continua a mesma... domada por si só
Futuro sob o domínio da sua vontade, dádiva divina entregue e entendida por poucos
Presente de Deus
Brilha, estrela super nova... aquece o mundo frio com um relance do seu olhar
Inspira um mundo latente a encontrar o prazer do desafio
Vive sua verdade, e saiba que se ninguém te entende, fala a língua dos mortais!
Mostra a essa terra decadente que em ti corre o sangue guerreiro esquecido pelo capital
Dê aos pobres de espírito um pouco de sua vivacidade, acende a chama do ideal !
Insônia
Olhos vermelhos, mas não quero dormir
Na verdade não consigo diante do que vejo
Estorvo inominado que me tira o direito de me refazer
Mas pra quê se refazer se o que me espera estará pior amanhã
Abuso das horas, pois não sei quanto tempo me resta, nem sei se quero o tempo
O relógio derrete numa alucinação pessoal. Quase caio nos braços de morfeu
Do limbo ele me lembra meu estorvo e volto à realidade para encarar meu pesar
As horas do relógio refeito parecem enferrujadas e cheias de pensamentos confusos
Vastas emoções, pensamentos imperfeitos, mesclados com o cheiro do silencio ao meu redor
Nada me interessa a não ser remoer meus temores sob os lençóis suados e irritantes,
Não sei se sonho, ou se atinjo o nível máximo de devaneio... mas não estou mais aqui
Não me sinto eu mesmo, sinto dor, mas não me encomoda, sinto medo mas não me aflinge
Quero uma passagem para o domínio do tempo, apagar as noites de sofrimento
Quero dias novos, com novas vidas pra viver e quero o dom do esquecimento
A luz no fim do túnel, para mim parece um trem, e eu amarrado na linha
E por mais que eu o chame, acordo do meu sono sem descanso com a luz da manhã que se renova
Começou um novo dia, novos problemas, novas emoções... mas hj ainda o estorvo virá.
Na verdade não consigo diante do que vejo
Estorvo inominado que me tira o direito de me refazer
Mas pra quê se refazer se o que me espera estará pior amanhã
Abuso das horas, pois não sei quanto tempo me resta, nem sei se quero o tempo
O relógio derrete numa alucinação pessoal. Quase caio nos braços de morfeu
Do limbo ele me lembra meu estorvo e volto à realidade para encarar meu pesar
As horas do relógio refeito parecem enferrujadas e cheias de pensamentos confusos
Vastas emoções, pensamentos imperfeitos, mesclados com o cheiro do silencio ao meu redor
Nada me interessa a não ser remoer meus temores sob os lençóis suados e irritantes,
Não sei se sonho, ou se atinjo o nível máximo de devaneio... mas não estou mais aqui
Não me sinto eu mesmo, sinto dor, mas não me encomoda, sinto medo mas não me aflinge
Quero uma passagem para o domínio do tempo, apagar as noites de sofrimento
Quero dias novos, com novas vidas pra viver e quero o dom do esquecimento
A luz no fim do túnel, para mim parece um trem, e eu amarrado na linha
E por mais que eu o chame, acordo do meu sono sem descanso com a luz da manhã que se renova
Começou um novo dia, novos problemas, novas emoções... mas hj ainda o estorvo virá.
Soneto da Verdade
Eu vivo a verdade. Vivo o que todos abominam
Respiro o temor dos fracos, me agrado com um sorriso de criança
Cuspo nos hipócritas e manipuladores, aproveitadores de sonhos alheios
Mostro aos sonhadores o caminho da verdade, o mais simples e esquecido
Me alimento do maná do céu, o pão da verdade e da verdade do pão
Me orgulho de ser menosprezado pelos dominadores deste mundo mentiroso
Mas vivo das pequenas migalhas que caem dos momentos de lucidez dos alienados
Digo a verdade, sem crueldade e sem maldade, verdade do amor e o amor da verdade
Luto contra todos e a favor de todos, quero revolucionar o pensamento
Quero a verdade da vida, das coisas e das pessoas
Para que de uma vida inteira, aproveite, um grão, uma folha, um sorriso, momento
Pequenas doses de verdade desabam uma vida inteira de ilusões e sofrimento
Basta um toque na base do castelo mentiroso para que ele venha ao chão
Mas a verdade, pequena casinha, simples e escondida, resiste ao impérios, ao tempo e aos lamentos
Respiro o temor dos fracos, me agrado com um sorriso de criança
Cuspo nos hipócritas e manipuladores, aproveitadores de sonhos alheios
Mostro aos sonhadores o caminho da verdade, o mais simples e esquecido
Me alimento do maná do céu, o pão da verdade e da verdade do pão
Me orgulho de ser menosprezado pelos dominadores deste mundo mentiroso
Mas vivo das pequenas migalhas que caem dos momentos de lucidez dos alienados
Digo a verdade, sem crueldade e sem maldade, verdade do amor e o amor da verdade
Luto contra todos e a favor de todos, quero revolucionar o pensamento
Quero a verdade da vida, das coisas e das pessoas
Para que de uma vida inteira, aproveite, um grão, uma folha, um sorriso, momento
Pequenas doses de verdade desabam uma vida inteira de ilusões e sofrimento
Basta um toque na base do castelo mentiroso para que ele venha ao chão
Mas a verdade, pequena casinha, simples e escondida, resiste ao impérios, ao tempo e aos lamentos
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