Esse poema, é uma homenagem a todos aqueles que vieram ao mundo para dar brilho e cor às coisas sem vida e sem amor, em especial, minha mãe, querida, combatente em um mundo que não entende aqueles que somente querem fazer o bem, e são obrigados a se erguerem a cada tropeço... A força destes, é o renascer, sua missão iluminar o caminho dos secos de coração. te amo, mãe querida, amiga e companheira. Continue com sua luz, alegria e amor. Pois o mundo precisa de pessoas como você.
Porque choras, flor do cerrado?
Iluminas o cinza com suas cores,
Mostra aos secos sua beleza, mil amores, choro engasgado,
Nao vês que em ti não cabe mais rancores?
Por que choras rainha das cores?
Os galhos secos que te cercam reverentes súditos a te louvar,
Cinzas aos pés, soma dos fracassos, pobres entes,
E a eles deves mostrar.
Quero ver teu brilho iluminar os galhos secos e as cinzas do lugar,
Seu amor trazer, do entulho, o verde vida, que renova num breve suspirar,
Não ha mais morte nem cinzas, pois lhes deste, flor querida, o melhor da vida, que é ressuscitar.
Neste dia, flor do cerrado, quero apenas vislumbrar,
A volta da vida, esquecida, aos galhos retorcidos,
E, eu aqui, escondido, sorrio, atrevido, ante ao brilho em teus olhos, antes entristecidos.
sábado, 24 de setembro de 2011
domingo, 4 de setembro de 2011
Pra ler ouvindo: Have you ever seen the rain
Voce alguma vez já viu a chuva?
Milagre presente a cada dia, espero sempre te encontrar,
Fenômeno natural, seu semblante, seus lábios, sua cor,
Inestimável espera de te ver, sentir, me rodear.
Voce já viu, alguma vez a chuva?
Sentiu seus pingos te cobrirem devagar?
Irritantemente te envolver, inexplicavelmente te levar,
Adorável é te ter, por perto, te ver ao longe, doce é o toque do seu olhar.
Como a chuva você vem sem avisar,
Mas te espero a cada dia sem cessar,
Seu toque, mesmo a distância posso sentir,
Vento frio que aquece o coração na esperança de só mais um olhar.
Queria poder te esperar como a terra espera a chuva,
Sede de te ter a cada dia me alimentar,
Meus poros anseiam por tua essência mesmo que num só momento te amar,
Te ter em minhas entranhas e por suas veias caminhar.
Mas sou chão, tu és céu... só posso sonhar.
Milagre presente a cada dia, espero sempre te encontrar,
Fenômeno natural, seu semblante, seus lábios, sua cor,
Inestimável espera de te ver, sentir, me rodear.
Voce já viu, alguma vez a chuva?
Sentiu seus pingos te cobrirem devagar?
Irritantemente te envolver, inexplicavelmente te levar,
Adorável é te ter, por perto, te ver ao longe, doce é o toque do seu olhar.
Como a chuva você vem sem avisar,
Mas te espero a cada dia sem cessar,
Seu toque, mesmo a distância posso sentir,
Vento frio que aquece o coração na esperança de só mais um olhar.
Queria poder te esperar como a terra espera a chuva,
Sede de te ter a cada dia me alimentar,
Meus poros anseiam por tua essência mesmo que num só momento te amar,
Te ter em minhas entranhas e por suas veias caminhar.
Mas sou chão, tu és céu... só posso sonhar.
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